Sob o sol da Toscana

Dias 3 e 4: Florença

Não é que eu seja facinha, é que impossível não gostar da Itália. Que país mais fascinante! Passamos do Nordeste pro Norte, em Florença, na Toscana e…como não amar?

Hospedamos de frente pro crime, da sala de estar do hotel avistávamos a Praça della Signoria: por 48 horas fomos vizinhos de Botticelli, Leonardo da Vinci, Michelangelo.

Da mesma maneira que os artistas estão a poucos metros, as griffes italianas estão a cada esquina, não que sejam pro nosso bico, mas estão todas lá, nos constrangendo com tanta ostentação, Loius Viutton, Prada, Gucci.

Mas isso é o menos importante, o máximo foi comer a primeira pizza na terra da pizza. Fomos de caprichosa, com presunto, muçarela, funghi, alcachofra. Não é tão fininha quanto nos disseram nem tão alta como as do Brasil. São de um tamanho só, equivalente à nossa pizza grande, mas o dono do estabelecimento perguntou se eram duas para o casal. Respondemos que era uma pizza e ele nos mirou com semblante de, “seus amadores!”

Quando amanhecemos em Firenze já estávamos menos verde oliva. Começamos pela Galeria degli Uffizi com todos os artistas famosos do renascimento. Passamos pela Catedral Duomo e chegamos à Farmacia de Santa Maria Novella, fundada em 1612!!! Trouxe um sabonete que vai virar requília porque vai ser difícil colocar um aroma tão lendário num banho qualquer…

Então, hora do rango! Já estamos craques no vinho rosso da casa pra acompanhar o almoço, mas até então não tínhamos achado “a cantina”. Como sempre, estava escondida por trás de uma portinha estreita. Lá dentro, muito sotaque italiano nas mesas, servidas por um bando de garçons frenéticos: achamos um restaurante típico, prego!!!

Fizemos o quilo passeando pelas ruas fiorentinas e a cidade foi relevando um lado mais corriqueiro e menos turístico do que o veneziano: uma manifestaçao popular no meio da rua, o vai-e-vem de vespas, os camelôs vendendo óculos em bancas improvisadas nas calçadas.

Pra despedir de Firenze um restaurante também tradicional, onde não há wifi “pra que todos os clientes possam jantar e conversar”, me passou o sermão, o garçom. Desconfio que o meu marido foi lá antes e combinou isso com o dono da trattoria!

2 comentários em “Sob o sol da Toscana

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