Fuliculi fulicula

Dias 9 e 10: Nápoles

Última hora na Itália. Terminamos em Nápoles. O primeiro dia foi bem impactante. A cidade é mesmo suja, o trânsito é caótico e os atendentes são mega apressados, sempre parecendo que vão ter que correr pra tirar a pizza do forno.

Mas, passado esse primeiro impacto, a cidade é mostra seus encantos. Às margens do porto, as paisagens são lindas e os garçons mais afáveis. Descobrimos que, como os mineiros, eles também engolem o fim das palavras. E também riem do caos da cidade, numa espécie de conformismo: somos malucos, mas somos beleza.

Fala-se que, diferentemente do Brasil, o norte da Itália é mais desenvolvido. Não deu pra perceber se os napolitanos se sentem os primos pobres do país, mas com certeza, eles são muito mais animados do que os conterrâneos do andar de cima. Nisso também me parece que os napolitanos såo mais parecidos com os brasileiros. Eles animam uma festa como ninguém, gesticulam e falam alto, assobiam e fazem pasta, tudo ao mesmo tempo.

Por fim, ostentam a fama de terem a melhor pizza do mundo. Eu achei maravilhosa, embora simples: molho de tomate e muçarela de búfala, basicamente. Por isso são tão competentes, fazem menos virar mais!

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