O amor é o que fica

Publicado originalmente em 23 de maio de 2015

Conhecia pouco sobre Kandinsky, e também não sei nada de arte abstrata. O que tentei fazer [ao visitar a exposição Kandissnky: Tudo começa em um ponto] foi capturar algumas sutilezas da vida do artista e então gostei da faceta dele poeta, do interesse pela cultura popular e da relação afetiva com Gabriela Munter. Ela teria dito algo como, “depois de ter um professor como Kandisnky vai ser difícil acostumar com qualquer outro”.

E fiquei encantada com o tempo em que eles viveram nesta casa, uma espécie de xangrilá do casal, em Murnau, na Alemanha. O romance não vingou, Kandinsky casou de novo, mas tenho a impressão que foi o tempo em que ele foi mais feliz.

kandisnky

Pode não ser nada disso, mas o que ficou pra mim não foram as telas, as cores, o brilhantismo…o que me tocou é que, como sempre, o amor é a fase mais linda da história de todas as pessoas, das mais comuns às mais geniais

2 comentários em “O amor é o que fica

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